DE ACORDO COM A NOVA LEI TRABALHISTA AS DEMISSÕES AGORA PODEM SER FEITAS MEDIANTE ACORDOS ENTRE TRABALHADORES E SEUS EMPREGADORES.
20/12/2020
Demissão Por Acordo Trabalhista
Quem paga as Dívidas deixadas pelo Falecido?
Como fica a Partilha de um Imóvel Construído em Terreno de Terceiro?
É MUITO COMUM CASAIS CONSTRUÍREM SUA CASA EM TERRENOS PERTENCENTES AOS PAIS OU PARENTES DE UM DOS CÔNJUGES.
Como fica o Divórcio com o Imóvel Financiando?
Regime de Bens e as Implicações Imobiliárias
Se você é casado ou pretende se casar, saiba que uma das escolhas pertencentes a esse momento é sobre qual regime de bens o casamento será regulado.
Para
que você possa ter um pouco mais de esclarecimento nesse momento, eu vou trazer
algumas implicações imobiliárias ocorridas de acordo com os regimes de bens
mais utilizados, sendo estes, o da comunhão parcial, comunhão universal e
separação total de bens.
Pois bem, se na união não for manifestado pelo casal qual regime de bens será utilizado, a legislação determina que será o da comunhão parcial de bens e, por isso, começo a explanação sobre este.
REGIME DA COMUNHÃO PARCIAL DE BENS
Por
esse regime, tem-se basicamente que, o que for adquirido por cada um dos
cônjuges antes da união, é considerado bem particular, ou seja, individual e
não passa a ser do outro cônjuge e, os bens adquiridos após a constância do
casamento, passam a ser dos dois – mesmo que comprado apenas no nome de um dos
cônjuges.
Por
exemplo, se o marido adquirir um apartamento em seu nome, este também será da
esposa em frações iguais.
É importante que se saiba que existem alguns bens que não são passados para o outro cônjuge mesmo após a união. Existem casos de bens incomunicáveis, ou seja, continuam sendo individuais.
Esse é o caso, por exemplo, de bem recebido à título de herança e doação. Ele não vai fazer parte do patrimônio do outro cônjuge. Será 100% daquele que o recebeu.
REGIME
DA COMUNHÃO UNIVERSAL DE BENS
Nesse
regime não há uma separação do patrimônio anterior e após a união. Todos os
bens que são ou do marido, ou da esposa, passam a ser dos dois.
Há
que se considerar ainda que neste regime, até mesmo os bens doados ou herdados
entram nessa divisão, a menos que tenham sido deixados com cláusula expressa de
incomunicabilidade. Isso quer dizer que, a pessoa que doou o bem ou então
deixou a herança, tem que expressar que tal imóvel SERÁ individual. Somente
daquele que o recebeu.
Antigamente
este era o regime adotado para os casos em que não se havia uma determinação.
Atualmente, para que seja possível essa adoção, é necessário que seja feito o pacto
antenupcial junto ao cartório de notas, através de uma escritura pública e,
após isso, esse mesmo pacto deve ser registrado junto ao cartório de registro
de imóveis do domicílio do casal, de modo que, toda transação que envolva bens
do casal, o pacto deve ser apresentado.
SEPARAÇÃO
TOTAL DE BENS
Nesses
casos há total divisão dos bens de cada cônjuge. Cada um administra o seu.
Sendo total proprietário do mesmo.
Neste
caso é bom que saibamos que existe a separação convencional, em que o
casal determina que assim será o regime de bens do casamento, por meio do pacto
antenupcial. E também, a separação obrigatória, onde há a determinação
de separação total de bens nos casos em que um dos cônjuges tenha mais de 70
anos, por exemplo.
Considerações
importantes:
Algumas
considerações são importantes de serem feitas quando tratamos do regime de bens
escolhido pelo casal.
A
primeira delas, é que você tenha conhecimento da existência da outorga
conjugal – também conhecida como outorga uxória, que determina a
necessidade anuência expressa do outro cônjuge para os casos de venda de
imóveis, por exemplo.
Outra questão importante e muito recorrente é a seguinte:
E se
o bem foi adquirido através de financiamento ANTES da união e quitado somente
APÓS. De quem é esse bem?
Nesses
casos funciona da seguinte maneira, considerando o regime da comunhão
parcial, em que se prevê essa separação antes e após a união, o que foi
pago até a data da união, pertence àquele que o adquiriu e, o percentual
faltante, ou seja, o que fora quitado após a união, pertence ao casal.
Exemplificando:
supondo que o marido tenha comprado um apartamento financiado e, até a data do
casamento, já havia quitado 70% do imóvel. Houve a união e, após ela, com
auxílio ou não da esposa, quitou os outros 30%.
Assim
será a divisão da propriedade do apartamento: 85% é de propriedade do marido e,
os outros 15% pertencem a esposa.
Claro que é importante que se analisem as situações específicas de cada caso, mas este é um detalhe importante que, em muitas oportunidades não é observado pelos cônjuges.
E então, conseguiu compreender melhor os tipos de regimes de bens e as complicações no patrimônio do casal? Ficou com alguma dúvida? Pode entrar em contato comigo.
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08/11/2020
DE ACORDO COM A NOVA LEI TRABALHISTA AS DEMISSÕES AGORA PODEM SER FEITAS MEDIANTE ACORDOS ENTRE TRABALHADORES E SEUS EMPREGADORES.
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FGTS: o empregado acordante poderá sacar até 80% do seu saldo, o valor restante somente poderá ser utilizado nas situações já previstas em lei, como por exemplo na compra de imóvel.
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INDENIZAÇÃO SOBRE FGTS: será pago ao empregado apenas a metade, ou seja, a multa rescisória é de 40%, mas será pago ao empregado apenas 20% do calculado sobre o FGTS.
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FÉRIAS, 13° SALÁRIO, entre outras: Mesmo com o acordo, o empregado irá receber integralmente, de acordo com seu direito adquirido.
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SEGURO-DESEMPREGO: o empregado acordante perde o direito a receber as parcelas de seguro-desemprego, diferentemente do que ocorreria na demissão sem justa causa.
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Por isso, a demissão consensual só funciona quando há comum acordo entre funcionário e empresa em relação ao fim do contrato. Ao fazer esse tipo de desligamento, é importante ter tudo muito bem documentado, os valores envolvidos e bases de negociação.
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O QUE É O DIVÓRCIO
Ao se casar, criamos um vínculo com nosso cônjuge através do casamento. Se decidimos se separar, a forma de quebrar esse vínculo é o divórcio.
QUAIS AS FORMAS DE DIVÓRCIO?Há casos em que o divórcio pode ser realizado de forma extrajudicial, ou seja, em cartório.
Porém, há casos em que é necessário um processo judicial, podendo ser o divórcio com consentimento de ambos os cônjuges (divórcio consensual), ou sem consenso em um ou mais termos do divórcio (divórcio litigioso).
DIVÓRCIO EM CARTÓRIO
O divórcio pode ser realizado de forma extrajudicial, ou seja, em cartório, sem a necessidade de processo na Justiça.
PARA ISSO, SÃO NECESSÁRIOS ALGUNS REQUISITOS:
- Deve ser consensual;
- Não deve haver filhos menores de idade, ou incapazes;
- Não deve haver gravidez: a mulher não pode estar grávida ou ter conhecimento de que esteja grávida;
- Acompanhamento de advogado: embora o procedimento seja todo realizado em cartório, sem a necessidade de processo na Justiça, é necessário advogado (pode ser um único advogado representando ambos os cônjuges);
Atendidos esses requisitos, o divórcio poderá ser realizado diretamente em cartório, tudo bem mais simples, rápido e barato do que pela via judicial.
Enfim, se você quiser saber mais sobre esse tipo de divórcio, envie uma mensagem ou deixe sua pergunta que responderei em breve.
23/08/2020
VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O DIVÓRCIO E A PARTILHA DE BENS DE CASAIS HOMOAFETIVO?
18/08/2020
Saiba quais são os Principais Direitos do Inquilino - Parte 3
MULTA POR QUEBRA DE CONTRATO DE LOCAÇÃO: SAIBA COMO CALCULAR
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12/08/2020
Saiba quais são os Principais Direitos do Inquilino - Parte 2

RECEBER O IMÓVEL EM PERFEITAS CONDIÇÕES DE USO.
É direito do inquilino receber o imóvel em perfeitas condições de uso. Para que seja comprovada essa condição é realizada a vistoria, que é a análise detalhada das condições da propriedade, feita como ato prévio à assinatura do contrato de locação.
O laudo de vistoria é um dos anexos do contrato de locação e deve conter a descrição do estado do imóvel e também fotografias. Essas informações certificam qual era a condição da propriedade antes da assinatura do contrato.
Sendo assim, quando for alugar um imóvel, não deixe de conferir:
1. O estado de conservação do piso e dos revestimentos cerâmicos das paredes;
2. Os vidros e as articulações de portas e janelas;
3. Os espelhos e botões de interruptores e tomadas;
4. O estado e a conservação da estrutura e da pintura das paredes, do teto e dos pisos;
5. As condições das louças sanitárias, pias e tanques;
6. O funcionamento e a qualidade das instalações elétricas;
7. A estrutura hidráulica — abra e feche todas as torneiras, chuveiros, válvulas e registros em busca de vazamentos e gotejamentos;
8. Sinais de infestações por cupins, ratos ou outras pragas.
Se houver qualquer defeito, solicite ao proprietário que providencie os reparos necessários e condicione a assinatura do contrato à solução do problema.
Cabe ressaltar que o proprietário deve realizar o reparo de eventuais defeitos ocultos, que não puderam ser detectados pelo inquilino no momento da vistoria.
Quando for encerrada a locação, será realizada uma nova vistoria para devolução do imóvel. A situação da propriedade na vistoria de saída é comparada ao estado do imóvel na inspeção inicial.
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Em breve mais dicas!
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